Publicado em 08/05/2022

Mulheres Multitarefas: Mãe, professora e profissional da saúde

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Desde as primeiras gerações, a figura feminina vem sido atribuída a multitarefas. Conciliar vida social, familiar e profissional sempre foi um desafio para qualquer mulher principalmente quando se é mãe. Anualmente, no segundo domingo de maio, comemora-se o dia da figura materna, e muitas são as reflexões que são pautadas a respeito dessa data.

 

Jornada desafiadora

Na FCMPB Afya, existem muitas profissionais que são mães e também profissionais da área da saúde. Fabiana Medeiros é professora da IES, enfermeira e mãe, e falou um pouco da sua rotina nessas e em outras funções. “Ser mãe e ao mesmo tempo ser profissional da saúde,  professora é uma jornada muito intensa, muito desafiadora e muito complexa e ao mesmo tempo delicada, nessa tripla jornada volto o meu olhar para o cuidar, atrelando ao fato de cuidar  da minha filha, dentro de algumas especialidades, mas também de estar com os meus pacientes, com meus alunos que também precisam de mim e desse suporte que é um desafio diário para mim enquanto profissional e ao mesmo tempo facilitadora. Além disso, também preciso cuidar de mim, para conseguir cuidar do outro, da minha filha, dos meus alunos, pacientes, então a estratégia que utilizo é cuidar, cada dia é um dia que é vencido, vivenciado e desafiador”. Afirmou.

 

Experiência materna

 Há quem diga que ser mãe é uma das melhores experiências que uma mulher pode vivenciar, um processo diário de autoconhecimento e aprendizado. Porém é necessário atentar-se a romantização do “ser mãe”, que constrói modelos inalcançáveis de uma maternidade perfeita, onde a mulher acorda pela manhã maquiada, vai para a academia, volta deixa o café da manhã pronto, arruma os filhos para a escola, alimenta-os, cuida da casa, do marido, vai para o trabalho, busca os filhos na escola, prepara a comida, e dá atenção a toda a família. Essas são apenas algumas das atividades cobradas pela sociedade para a figura materna, que quando não executadas geram transtornos tanto externos quanto internos. A mulher-mãe, acima de tudo, é um ser humano cheio de falhas e imperfeições que merecem respeito e empatia.